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Panfleto e Princípios da ABRACIDADE

21 set

Abrace a Cidade. Abra a Cidade. Abrace. Abra-se. Abra suas asas, suas feras, sua mente, seu espírito de luta pela justiça social, pela saúde mental, pelo direito à cidade, e comece a abraçar cada canto e pessoa desta cidade que precisam ser abraçades.

O ABRACIDADE é um evento itinerante que reúne movimentos, associações, coletivos, indivíduos, gentes (e bichinhos tbm, pq não?), para o fortalecimento mútuo  em defesa do direito à cidade, entendendo como o direito de todes – independente de gênero, etnia, onde vivem, como se vestem) – de usufruir de espaços públicos para lazer, convivência e compartilhamento (de alegrias, alimentos, experiências, saberes). As questões que envolvem o Direito à Cidade permeiam e transpassam as questões de saúde e da dignidade humana.

Incentivamos que o ABRACIDADE se reproduza nos espaços públicos em disputa, ameaçados pela especulação imobiliária, abandonados pelo poder público, devastados pela gana de exploradores, ambicionados para satisfazer os caprichos de poderosos. Para que este evento ocorra em toda sua essência, é ideal que seja planejado para reunir o maior número de pessoas possível no local de escolha, conforme condições físicas do espaço, com o propósito de informar sobre a situação do local, para que a comunidade tenha conhecimento e simpatize com a causa, além de promover a troca de experiências e afetos entre pessoas, associações, coletivos, grupos, movimentos e afins.

O ABRACIDADE se forma em torno de princípios, que consideramos essenciais para fortalecer o movimento rumo a cidade que queremos:

* Respeito à diversidade

* Priorização do coletivo

* Não violência

* Acolhimento

* Solidariedade

* Organização autogestionada

 

A primeira edição do ABRACIDADE será no Parque Cultural do Campeche (PACUCA), no dia 28/09/19.

Se você sente que algum espaço precisa ser acolhido, evidenciado e protegido, chame geral, se organize e ABRACIDADE!

#Pela defesa do Direito à Cidade!

#Pela Luta Antimanicomial!

#Por mais parques públicos e Áreas Verdes de Lazer!

#Pela diversidade!

#Pelo direito à moradia!

#Pelos povos tradicionais!

#Pelos excluídos!

#AbraCidade!

 

“Em tempos de ódio, amar é um ato revolucionário!”

“Amai-vos uns aos loucos!”

 

AMOCAN – Associação de Moradores do Campeche

Movimento Ponta do Coral 100% Pública

Coletivo de Produção Integrada de Resistência Antimanocomial – PIRA

Baixe aqui o Panfleto e abrace esta ideia!

AbraCidade no Pacuca adiado para 28 de Setembro

21 set

É a primavera chegando… e com ela, as chuvas! Assim, o #AbraCidade precisará ser adiado para o próximo sábado.

AbraCidade: Manifesto por uma Floripa do Bem Viver

5 set

Florianópolis tem se tornado uma cidade mais difícil de se viver. O trânsito é cada vez mais intenso, perigoso e caótico, na capital de pior mobilidade urbana do Brasil. O poder público nada faz para melhorar o transporte coletivo na cidade, com tarifas que aumentam todos os anos, superando a inflação, e ainda deposita toda sua energia em viadutos e “asfaltaços”, com um claro viés eleitoral. 

Novas ciclovias não são construídas. Prédios se erguem aos montes, após o setor das empresas de construção civil ter sido vitorioso no embate jurídico por um novo Plano Diretor, quando uma decisão do STJ, em 2017, concretou mais de 3 anos de participação popular legítima (através de dezenas de audiências públicas). Hoje, impera o Plano Diretor (PD),aprovado às pressas, com intensa repressão aos movimentos sociais, às vésperas do natal de 2014. Na ocasião, a maioria dos vereadores aprovou, sem debate, cerca de 300 emendas absurdas, que diminuíram, entre outras coisas, as Áreas Verdes de Lazer (AVLs) e as Áreas Comunitárias Institucionais (ACIs), reduzindo, portanto, o direito à cidade para a maioria da população, como a Ponta do Coral, território símbolo de resistência, quase 40 anos, que foi mantida como Área Turística Residencial (ATR), permitindo construções no local.

O dinheiro tem falado mais alto e o dinheiro grosso tem projetos para a cidade. A beira-mar norte é região emblemática neste processo, com o projeto da faraônica “Megalo-Marina”, sendo o principal deles. O projeto prevê vagas para 684 embarcações (624 privadas e 60 públicas), sendo que serão necessárias 624 vagas para estacionamento de veículos. Além dos problemas com a mobilidade urbana e a poluição dos veículos, temos ainda a dragagem, processo que visa escavar o fundo do mar, ampliando sua profundidade para permitir que as embarcações se desloquem sem encalhar. Será necessário retirar uma imensa quantidade de solo do mar, fazendo com que substâncias tóxicas presentes nesta lama voltem para a água, atingindo a biodiversidade e a saúde do ecossistema. Sem falar no aumento do trânsito de embarcações, óleo e ruído no mar. A pesca será prejudicada e animais filtradores, como as ostras, poderão acumular as substâncias tóxicas desta atividade, refletindo na maricultura, importante atividade econômica da qual dependem centenas de famílias. Tal projeto encontra resistência na comunidade pesqueira da cidade, que, no dia 01/12/18, saíram em barqueata em protesto contra esta Marina.

Concomitantemente, estão sendo gastos milhões de reais de dinheiro público para tratar o esgoto despejado na baía, sem resolver a origem do problema e sem apresentar melhoras na balneabilidade. Isso sem contar a retomada do projeto de construção de um Emissário Submarino no Campeche. O projeto do emissário submarino é polêmico não só de agora. Há muito tempo, planeja-se a construção deste emissário para servir como alternativa à disposição final dos efluentes tratados pela CASAN. O projeto, desenhado sem a participação da comunidade, baseia-se em uma projeção de população de até 1,8 milhão de pessoas para a cidade de Florianópolis. 1,8 milhão de pessoas em um espaço que não comporta nem os atuais 450/500 mil habitantes. A população do sul da Ilha já se mostrou avessa ao projeto, há, aproximadamente, 10 anos, mas aqueles que comandam a cidade pouco se preocupam com o meio ambiente ou a saúde pública dos que aqui vivem. O grande desejo é a ocupação da Planície Entremares para satisfazer a gula da especulação imobiliária. Desde os anos 90, movimentos populares e associações, como a AMOCAM, Associação de Moradores do Campeche, vêm se colocando contra o projeto de verticalização da planície e a destruição contínua de áreas, que deveriam ser consideradas de preservação permanente. O lugar do público, no Campeche e na Planície Entremares, não existe. A privatização de espaços, outrora compartilhado por todos de maneira comunitária e coletiva, hoje, está a serviço do capital especulativo. A defesa dos lugar público é uma das bandeiras da AMOCAM, assim como a defesa intransigente do meio ambiente e direito à cidade. E este direito passa pela participação ativa de todas as gentes, na definição de políticas públicas inclusivas e universais.

Enquanto isso, a população corre o risco de perder espaços de interesse público importantes, como o CAPS da Ponta do Coral, um serviço de referência para atendimento em Saúde Mental, uma vez que com a sua transferência para o Estreito, no final de 2018, a ilha , agora, conta apenas com um CAPS AD, que presta serviços apenas para casos que envolvem abuso de álcool e outras drogas, e um CAPS i, para atendimento ao público infantil, que não possui atendimento 24h. Atualmente, a lei prevê um CAPS nível I para atendimento, na média, de 50 mil habitantes. Florianópolis possui, aproximadamente, 500 mil habitantes e oferece apenas um CAPS II, quando deveria já ter implementado um CAPS de nível III, funcionando durante 24h. As gestões públicas vem demonstrando, com isso, seu descaso com a saúde da população. A atual gestão deixou ainda mais evidente que seu governo é pra interesse de poucos, com a forma que retirou o CAPS II Ponta do Coral de um local estratégico (Agronômica – ao lado da casa do governador). Nós, dos Movimentos Sociais/Ambientais e dos CAPS, compreendemos a saúde como a promoção dela, através do direito de ir e vir, do acesso aos espaços de lazer, arte e cultura, da garantia da reinserção social (em casos que já há a presença de algum sofrimento e transtorno) e do respeito à autonomia das pessoas. Este é o ponto principal que une nossas pautas: entender os serviços públicos e de qualidade como direito da população. Lutamos, também, pela garantia do acesso ao planejamento da cidade, por uma cidade que seja inclusiva para todos e todas. A luta antimanicomial se coloca contra toda forma de marginalização e, portanto, a construção de uma cidade para poucos marginaliza as comunidades tradicionais da ilha da magia e outros grupos de pessoas em estado de vulnerabilidade social.

Entendemos que é necessária a reflexão sobre a cidade que estão projetando e construindo para nós. Mais do que reflexão, ação. Precisamos mostrar para mais pessoas que existem espaços de resistência na cidade, onde as pessoas se juntam, com projetos por uma Floripa mais humana, saudável e sustentável. Temos como proposta resgatar o abraço, este ato que nos une e protege os espaços e ideias que defendemos. Este ato que conecta afetos, que transmite calor, em tempos da frieza das redes ditas sociais e da divisão política em que mergulha o país. Faremos uma campanha de piqueniques em pontos simbólicos para a cidade que queremos, com um abraço e piquenique coletivo e tudo que nossa criatividade permitir levar e compartilhar.

Abraçaremos a cidade em defesa de uma Florianópolis que respeite seu povo e seja planejada pensando nele. O primeiro evento será no PACUCA, Parque Cultural do Campeche, no dia 21 de Setembro de 2019. A história do PACUCA se mistura com a própria história do bairro, das lutas comunitárias e com a história da aviação na Ilha de Santa Catarina. O local, pelo qual a comunidade luta bravamente a favor da instalação de um parque, durante a década de 20 do século passado, abrigou a pista de pouso da companhia francesa Latécoère, que fazia o rota aérea Europa-América Latina. Contam os pesquisadores e moradores mais antigos do bairro que o famoso aviador/escritor Antoine de Saint-Exupéry pousou aqui e fez muitas amizades entre os locais. Daí o nome da avenida principal do bairro ser denominada “Avenida Pequeno Príncipe” em homenagem ao livro mais famoso dele. Com o advento da segunda guerra mundial, a rota foi suspensa e o local passou a servir de campo de pouso para aeronaves comerciais, abrigando pousos e decolagens de aviões de passageiros até a construção do Aeroporto Hercílio Luz. O terreno de 352 mil metros quadrados, no coração do Campeche, é hoje de posse da União e com parte sob guarda da Base Aérea. A comunidade, há décadas, usa o local para atividades esportivas diversas e de lazer. Tombado pelo Decreto Municipal 13707/2014, depois retificado pelo Decreto Municipal 18915/2018, como Patrimônio Histórico, Artístico, Paisagístico e Cultural do Município, é o cenário ideal para o primeiro evento do ABRACIDADE 

Assinam este documento:

 

AMOCAM, Associação de Moradores do Campeche
Movimento Ponta do Coral 100% Pública
Coletivo PIRA

 

Não impedirão nossas andanças poéticas na ponta do coral

1 maio

Em uma bela manhã de sábado, aos vinte e sete dias do mês de abril desse ano surreal de 2019, a pontinha da Ponta do Coral foi palco de um belo espetáculo da dança entre as corpas das oficineiras com o capim alto, a brisa e marulho das ondas.

Fruto do projeto Andanças Poéticas na Cidade, que se propõe a ocupar e dançar espaços públicos, dançar a cidade que queremos. Projeto este que recebeu autorização da Prefeitura Municipal de Florianópolis para ser realizada em ESPAÇOS PÚBLICOS.


Nos bastidores, outro “espetáculo”, nada belo aconteceu: parecia um balé desengonçado de impedir uma pessoa de atravessar a trilha que leva até a pontinha da Ponta do Coral. No início apenas um corpo colocando-se na frente de outro.

E logo em seguida um corpo bruto surge empurrando e agredindo para impedir de vez que a trilha que tanto conhecemos pudesse ser alcançada. Isso sob alegação de que a propriedade é privada e que há um alvará de funcionamento (que ninguém viu, nem a polícia se dispôs em mostrar), para o estacionamento, emitido pela mesma Prefeitura Municipal de Florianópolis que havia reconhecido o espaço como sendo PÚBLICO. Que contradição!!!

Mas parmanecemos ocupando! E convidamos todes vocês a dançar na Ponta do Coral com o projeto Andanças no próximo sábado (04/05), às 10h e no domingo (05/05) às 15h.

Vamos movimentar todes corpes nas andanças da vida por uma cidade para todes!

Atividades na Ponta do Coral – ANDANÇAS POÉTICAS NA CIDADE: Jogos para o Improviso

26 abr

Texto  de divulgação das atividades extraídos do Evento no Facebook, promovido pelo Grupo.

– OFICINAS: 27/04 e 04/05 (sábados), dàs 10h às 13h
na Ponta do Coral, Agronômica;

Apresentação introdutória do universo do Underscore* e da Capoeira Angola, percorrendo seus fundamentos e recursos de jogo, para estimular diferentes estados de presença na dança.

– JAM | INTERVENÇÃO | DANÇA NA RUA: 05/05 (domingo),
às 15h na Ponta do Coral.

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Descrição das atividades:

Nas oficinas aos sábados descobriremos o que é o Underscore*, como surgiu e como pode ser utilizado; haverá uma familiarização com as partituras do Underscore, além de exercícios para estimular estados de jogo; práticas de jogo de capoeira para atenção e presença no improviso em movimento. Também seremos levades por estudos performativos através da linguagem e metodologia do Underscore; e a uma roda de experimentação composicional em grupo.

No dia de domingo realizaremos a Jam | Intervenção | Dança na Rua no parque que é a Ponta do Coral, que faz parte do Projeto Parque Cultural das 3Pontas , um marco emblemático desta cidade, com longa história de relação com a questão urbana. Um espaço com vocação para atividades culturais, ainda subaproveitado, e potencial
para ser mais habitado por moradoras/moradores e frequentadoras/frequentadores dos arredores. Trazemos o projeto para este espaço justamente para ocuparmos e habitarmos com a arte e a vida este lugar em disputa.

(* “Underscore é uma estrutura de improvisação de dança de longa duração desenvolvida por Nancy Stark Smith com base na observação do Contato Improvisação. Vem evoluindo desde 1990 e é praticada em todo o mundo.”
Mais sobre Underscore em https://www.blogs.unicamp.br/chao/underscore/)

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Sobre Cauê Dietrich:

Psicólogo, trabalhou por 7 anos no SUS com saúde mental e atenção psicossocial. Dança contato improvisação e joga capoeira angola desde 2010. Desde o início de 2018 vem facilitando aulas, oficinas e laboratórios com práticas corporais e desenvolvimento da criatividade, sensibilidade e espontaneidade.

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Parceria: Entrando em Contato e Espaço Transformando

Este projeto é realizado pela Prefeitura Municipal de Florianópolis, Secretaria de Cultura, Esporte e Juventude da FCFFC e pelo Fundo Municipal de Cultura e financiado com recurso público oriundo do edital de apoio às culturas 2018.

Nota sobre casa construída na Ponta do Coral

20 abr

Nos últimos meses uma casa de madeira foi construída na Ponta do Coral e, ao que parece, a obra foi feita por uma família que entrou com um processo de usucapião alegando ser proprietária da área. Estas pessoas colocaram uma corrente com cadeado na entrada da Ponta com os dizeres “Propriedade Particular”, estão cobrando estacionamento e construíram uma cerca dividindo o terreno em dois espaços (Link para as fotos). Estas atitudes trazem uma realidade nova para as atividades da campanha de ocupação cultural intensificada em 2018. Vale resgatar que o Movimento Ponta do Coral 100% Pública surgiu em virtude da venda ilegal da área em 1980 e resiste há 39 anos defendendo a ideia de utilização coletiva da Ponta, fortalecido pelo Projeto do Parque Cultural das 3 Pontas.

Esta nota, portanto, objetiva alertar a população acerca destes, supostamente, novos moradores, principalmente por termos recebido algumas reclamações de que eles agiram com certo tom de intimidação com quem teve intenção de visitar o espaço. A atuação do Movimento pela efetivação da área como pública, através da criação de um parque, faz com que o Movimento esclareça esta situação, bem como, enfatize, que o diálogo pacífico seja norteador por parte de quem deseje visitar a área.

Aproveitamos para explicitar que não temos qualquer relação com as pessoas que alegam propriedade da área, tampouco, estabelecemos qualquer grau de inimizade ou de hostilidade em relação a eles, pois, ao defendermos o Estado Democrático de Direito, compreendemos que as pessoas devem ter liberdade de buscar seus direitos.

Movimento Ponta do Coral 100% Pública

Florianópolis, abril de 2019

Amanhã! Ato Público pelo Parque da Lagoa

29 mar

Amanhã de 09:00 às 19:00, defronte ao TILAG!

Link para o Evento, organizado pelo Grupo Salve a Lagoa.

PROTESTO FESTIVO NA LAGOA CONTRA PROJETO
DE SHOPPING QUE LIQUIDA PARQUE E VOO LIVRE

Um grito de protesto em forma de mobilização, confraternização e uma grande festa ao ar livre, repleta de atrações e shows musicais, de graça e aberta ao público da cidade, é o que irá ecoar no próximo sábado em plena Lagoa da Conceição. Esse é o programa que está mexendo com os moradores do bairro, em particular, e também os bastidores da política na capital catarinense.
De um lado haverá a celebração, o ato festivo: à tarde, shows com a banda Iriê e Ras Bernardo (fundador do Cidade Negra), Guilherme “Bala Jones” Ribeiro, Gustavo Barreto e sua black music, o reggae da tainha de Valdir Agostinho, roda de samba com Severo Cruz e Alvinho Carioca, o maracatu do Africatarina e a bateria da escola de samba do bairro, a União da Ilha da Magia, com o DJ Marcelo Pimenta de mestre de cerimônia.

E tem mais: pela manhã, aulão de yoga e dança, boi-de-mamão com Arreda Boi da Barra da Lagoa, roda de capoeira com mestre Jerry (Seo Darcy e Dazaranha), grafiteiros em ação, recreação infantil (incluindo contação de histórias por conta da Barca dos Livros), apresentação do Teatro Comunitário do Canto, distribuição de mudas e plantio de árvores nativas, encontro dos “patudos” (cães e gatos) e atendimento de saúde (medição de pressão e pediatria). Também está prevista a concentração de skatistas, ciclistas, maratonistas e outras tribos da Ilha e do continente.

Por outro lado, a notícia de que está para ser aprovado um projeto de grande porte e impacto ambiental, um shopping center logo na chegada ao bairro, aos pés do morro da Lagoa, é a maior motivação do ato público no próximo sábado. Uma manifestação contundente, como querem os organizadores, para marcar os vinte anos de luta do movimento Salve a Lagoa por um parque urbano no bairro e os 37 anos de existência do Lagoa Clube de Voo Livre, cuja prática, reconhecida e admirada em todo o país e internacionalmente, corre agora o sério risco de ser extinta.

O ato será no próprio local em que queremos ver implantado o Parque da Lagoa, com acesso pela rótula do TILAG, no terreno que passa por detrás do Posto BR Village e anexo ao ao condomínio Marina Phillipi. Vamos dar um grande e afetuoso abraço no “vassourão”, onde queremos ver instalado o parque. Contamos com o apoio dos moradores e das famílias da Lagoa, assim como de toda a população da cidade, dos movimentos ambientais, culturais e sociais, artistas, desportistas, ongs, entidades da sociedade civil, empresariado consciente, da mídia convencional e alternativa, de todos os que amam a Lagoa da Conceição e a querem preservada.

Estamos convocando todo o povo de Floripa e em especial os moradores da Lagoa e as tribos que ajudam a dar identidade ao bairro: praticantes de voo livre, skatistas, surfistas, ciclistas, velejadores, desportistas em geral, artistas, grafiteiros, tatuadores, músicos, capoeiristas, pessoal do ioga, da poesia, da gastronomia, do maracatu, do rock e do samba.

No dia da manifestação venham preferencialmente de branco, tragam os amigos, os vizinhos, os pais, os avós, as crianças (haverá atividades de recreação), seus cachorros e gatos de estimação. Todos são muito bem vindos. Podem trazer balões, fantasias, pandorgas, tudo o que ajude a dar colorida e boas vibrações ao encontro. Quem puder que colabore com faixas e cartazes criativos, marcando a sua presença e o que pensa. Mas não se esqueçam de trazer também um saco de lixo para ajudar a deixar o local limpo ao final deste grande ato de confraternização e luta pelo Parque da Lagoa.

Estamos abertos a sugestões e convidamos a todos e a todas a entrarem para o grupo Salve o Parque da Lagoa no Facebook e Instagram.
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VENHA DAR UM GRITO DE SALVE AO PARQUE DA LAGOA E UM GRANDE VIVA AO VOO LIVRE. VAMOS DAR UM SALVE ÀS CRIANÇAS E IDOSOS, AOS JOVENS DE TODAS AS TRIBOS, AOS ATLETAS E ARTISTAS, AOS DEFENSORES DA NATUREZA E DOS ANIMAIS, À SAÚDE AO FUTURO DA LAGOA DA CONCEIÇÃO. SALVE!!!

Primeira Reunião de 2019 do Movimento Ponta do Coral 100% Pública

14 mar

Marcamos a nossa primeira reunião de 2019! Será nesta segunda, dia 18/03/19, às 19:30 no Tarrafa Hacker Clube*, que fica pavilhinho do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da UFSC.

Venha participar desta mobilização pela criação do Parque Cultural das 3 Pontas, um parque para tod@s, unindo a Ponta do Coral, Ponta do Goulart e Ponta do Lessa e ajudar a planejar as atividades deste ano, que promete ser de muita luta!

Vem com a gente! Pelo Direito à Cidade e o Parque Cultural das 3 Pontas!
Ponta do Coral: Área Verde de Lazer (AVL) Já!

Evento no facebook: https://www.facebook.com/events/1983880685054677/

* O Tarrafa é um Espaço Hacker, um laboratório comunitário onde pessoas com interesses em comum, frequentemente em tecnologia, ciência, arte digital e eletrônica, política, matemática, biologia, arquitetura, segurança, e qualquer área do conhecimento humano, podem se encontrar, compartilhar conhecimentos e colaborar em projetos conjuntos. Agradecemos o pessoal por cederem o espaço para realização de nossa reunião!

Reunião de encerramento de 2018

14 dez

Já temos marcada a nossa última reunião de 2018! Será nesta terça, dia 18/12/18, às 19:30 no pavilhinho do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da UFSC.

Venha participar desta luta pela criação do Parque Cultural das 3 Pontas, um parque para tod@s, unindo a Ponta do Coral, Ponta do Goulart e Ponta do Lessa!

Toda a ajuda é necessária, neste momento onde as forças da especulação imobiliária estão com tudo!

Vem com a gente! Pelo Direito à Cidade e o Parque Cultural das 3 Pontas!
Ponta do Coral: Área Verde de Lazer (AVL) Já!

Reunião ampliada para debater a marina remarcada para dia 20/12

13 dez
A reunião ampliada com os pescadores foi remarcada apara quinta 20/12 às 14h, na câmara de vereadores.