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Reunião de encerramento de 2018

14 dez

Já temos marcada a nossa última reunião de 2018! Será nesta terça, dia 18/12/18, às 19:30 no pavilhinho do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da UFSC.

Venha participar desta luta pela criação do Parque Cultural das 3 Pontas, um parque para tod@s, unindo a Ponta do Coral, Ponta do Goulart e Ponta do Lessa!

Toda a ajuda é necessária, neste momento onde as forças da especulação imobiliária estão com tudo!

Vem com a gente! Pelo Direito à Cidade e o Parque Cultural das 3 Pontas!
Ponta do Coral: Área Verde de Lazer (AVL) Já!

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Reunião ampliada para debater a marina remarcada para dia 20/12

13 dez
A reunião ampliada com os pescadores foi remarcada apara quinta 20/12 às 14h, na câmara de vereadores.

Reunião ampliada na câmara sobre a Marina nesta sexta 14/12

12 dez

Nesta sexta-feira tem reunião ampliada às 14h na câmara de vereadores e o assunto é o projeto da Marina na beira-mar norte.

Os pescadores estão organizados e preocupados com os impactos ambientais que serão causados pela obra, afetando diretamente a pesca e consequentemente a sobrevivência de suas famílias e da cultura da pesca artesanal.

Mas não serão somente os pescadores os atingidos, toda a população que vive a cidade será afetada pelos impactos ambientais, paisagísticos e de mobilidade urbana desta “Megalo-Marina”.

Por isto os pescadores estão precisando de apoio nesta reunião. Quanto mais a sociedade como um todo se engajar nesta causa, maior será pressão popular e consequentemente a prefeitura terá que fazer um debate sério sobre este projeto que está sendo empurrado guela abaixo da população sem qualquer discussão.

Compareça e ajude a divulgar!

Pela gestão do Camping do Parque Estadual do Rio Vermelho pelos Quilombolas da Vidal Martins

6 dez

Divulgando e apoiando a importante luta dos quilombolas de Florianópolis!

A gestão do Camping do Parque Estadual do Rio Vermelho deve, por direito,
estar nas mãos do Quilombo Vidal Martins. ✊🏿

Em acordo com Ministério Público Federal, após a finalização do tempo do
contrato feito com a empresa que administrou o Camping do Parque do Rio
Vermelho até o final de 2017, a gestão seria feita pelos quilombolas da
Vidal Martins. Porém, este acordo está quase por não ser cumprido, pois
agora estão propondo fazer licitações para que nova empresa cumpra essa
função.

A gestão do camping do Parque do Rio Vermelho seria muito bem realizada
pelos quilombolas, esses que são parte desse território a gerações, tem um
conhecimento tradicional da mata e seu uso consciente. Eles se dedicariam
com todo seu amor para cuidar desse espaço que faz parte de sua história.

Por isso, nada mais justo que eles possam ter a administração do camping
como fonte de renda.

Informamos que essa situação não tem qualquer relação com uma suposta
ocupação dos quilombolas no Parque Estadual. Apesar de ser seu direto viver
nas terras que sempre foram suas, essa luta continua em trâmite em
instância federal.

Tendo em vista essas informações convidamos todas e todos para cobrar o
cumprimento do acordo feito com a MPF na audiência dessa sexta-feira, 7 de
dezembro, 15h, no Ministério Público Federal.

Dia? Sexta-feira (07/12)
Hora? 15h
Onde? MPF (na beira-mar, ao lado da OAB)

Manifestação dos Pescadores contra a Megalo-Marina

4 dez

Neste sábado dia 01/12 os pescadores e pescadoras do João Paulo, segunda maior colônia de pesca de Florianópolis, fizeram uma manifestação contra a construção da Marina na beira-mar norte. Eles estão preocupados com os impactos ambientais que serão causados pela obra e pelo aumento na quantidade de embarcações motorizadas que passarão a circular pela baia, afetando diretamente a pesca e consequentemente a sobrevivência de suas famílias e da cultura da pesca artesanal.

Por volta das 10h mais de 15 barcos de pesca passaram pelo trapiche em direção a ponte, buzinando e levando faixas com dizeres como “Pesca gera renda”, “O Turismo tem que manter a cultura local” e “Preservar o Meio Ambiente”. Na volta do trajeto, os pescadores se juntaram com apoiadores que aguardavam no trapiche, levando as faixas para os semáforos na beira-mar para mostrar seu descontentamento para a população, recebendo em troca buzinaços em apoio a causa.

Nós do Movimento Ponta do Coral 100% Pública estivemos lá apoiando, pois entendemos que a luta contra esta verdadeira “Megalo-Marina” é de todos, pois quem vive a cidade será profundamente afetado pelos impactos ambientais, paisagísticos e de mobilidade urbana que esta obra trará se concretizada. Também nos colocamos contra a obra pois não está sendo feito nenhum debate profundo com a sociedade como um todo (mais detalhes em nossa nota pública).

 

 

mais de 35 anos o Movimento Ponta do Coral 100% Pública vem lutando para que a Ponta do Coral resista aos interesses poderosos do setor imobiliário especulativo, batalhando pela criação do Parque Cultural das 3 Pontas que uniria a Ponta do Coral, Ponta do Goulart e Ponta do Lessa, preservando o meio ambiente, e incentivando a cultura e economia local. Mais do que por uma região, lutamos por um modelo de cidade verdadeiramente democrático e que concilie o crescimento populacional e urbano com aspectos ambientais, culturais, antropológicos, históricos e sociais.
Não a Megalo-Marina!
Em defesa dos pescadores!
Em defesa da saúde das Baías!
Pelo Parque Cultural das 3 Pontas!

 

 

 

Não a Megalo-Marina, em defesa dos pescadores e do Parque Cultural das 3 Pontas!

29 nov

Chamado para a manifestação. Também pode ir de ônibus, a pé ou de bicicleta!

 

No dia 24/09/2018 a Câmara de Vereadores autorizou a cessão por 30 anos de uma área pública de 350 mil metros quadrados para a construção de uma Marina na Beira-mar Norte. Para dar uma aparência de “legitimidade popular” a bancada da situação fez uma audiência pública no dia 19/09, poucos dias antes da votação e em horário comercial, para “debater” um projeto que se concretizado afetará a vida de tod@s e alterará profundamente o meio ambiente e a paisagem da cidade.

 

O projeto desta Marina prevê vagas para 684 embarcações (624 privadas e 60 públicas), sendo que serão necessárias 624 vagas para estacionamento de veículos. A ideia é construir um enorme estacionamento subterrâneo localizado entre o trapiche e o pequeno prédio da Casan. Este estacionamento vai trazer um grande fluxo de carros para um dos locais mais congestionados da Ilha segundo o Plamus (Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis), em uma das cidades que mais sofrem com a mobilidade urbana no país. Aspecto que foi totalmente ignorado tanto pelo corpo técnico que avaliou o projeto, quanto pelos vereadores que o aprovaram. Não podemos também deixar de mencionar o nível de poluentes produzidos por carros na Beira-mar norte.

 

Além dos problemas com a mobilidade urbana e a poluição dos veículos, temos ainda a dragagem, processo que visa escavar o fundo do mar, ampliando sua profundidade para permitir que as embarcações se desloquem sem encalhar. Será necessário retirar uma imensa quantidade de solo do mar, fazendo com que substâncias tóxicas presentes nesta lama voltem para a água, atingindo a biodiversidade e a saúde do ecossistema. Sem falar no aumento do trânsito de embarcações, óleo e ruído no mar. A pesca será prejudicada, e animais filtradores como as ostras poderão acumular as substâncias tóxicas desta atividade, refletindo na maricultura, importante atividade econômica da qual dependem centenas de famílias.

 

Pelos motivos expostos dizemos não ao projeto desta “Megalo-Marina”! Nos colocamos lado a lado com o pescadores da Associação de Pescadores do João Paulo (segunda maior colônia de pescadores artesanais de Florianópolis) que neste sábado, 01/12, organizarão uma manifestação contra a Marina, às 10h da manhã no Trapiche da Beira-mar Norte. Também apoiamos a realização da Reunião Ampliada sobre o impacto da Marina da Beira-Mar Norte nas práticas das comunidades tradicionais pesqueiras da Ilha, aprovada por demanda dos pescadores em Sessão da Câmara de Vereadores, ocorrida em 27/11.

 

Cientes dos impactos negativos que a Marina terá em suas vidas, os pescadores já estão organizados e lutando pelo seu trabalho e pela valorização de sua cultura. Fazemos um apelo para que os diversos setores da sociedade se juntem a esta causa, ampliando o debate e agindo, pois todos seremos afetados por este projeto se ele for posto em prática.

 

mais de 35 anos o Movimento Ponta do Coral 100% Pública vem lutando para que a Ponta do Coral resista aos interesses poderosos do setor imobiliário especulativo, batalhando pela criação do Parque Cultural das 3 Pontas que uniria a Ponta do Coral, Ponta do Goulart e Ponta do Lessa. Entendemos que esta luta contra a Marina também é nossa, pois mais do que por uma região, lutamos por um modelo de cidade verdadeiramente democrático e que concilie o crescimento populacional e urbano com aspectos ambientais, culturais, antropológicos, históricos e sociais.
Não a Megalo-Marina!
Em defesa dos pescadores!
Em defesa da saúde das Baías!
Pelo Parque Cultural das 3 Pontas!

Mobilização pela pesca artesanal e contra a Marina na Beira-Mar Norte – 24/11

23 nov

AMANHÃ! 10h no Trapiche da Beira Mar.

Junt@s com os pescadores pela valorização da pesca artesanal, que será fortemente impactada pela gigantesca Marina que a Prefeitura quer construir, com apoio dos setores da especulação imobiliária!

Reunião do Movimento Ponta do Coral 100% Pública [26/11]

23 nov

Já temos marcada a nossa próxima reunião! Será nesta segunda, dia 26/11/18, às 19:00 no pavilhinho do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da UFSC.

Venha participar desta luta pela criação do Parque Cultural das 3 Pontas, um parque para tod@s, unindo a Ponta do Coral, Ponta do Goulart e Ponta do Lessa!

Toda a ajuda é necessária, neste momento onde as forças da especulação imobiliária estão com tudo!

Vem com a gente! Pelo Direito à Cidade e o Parque Cultural das 3 Pontas!
Ponta do Coral: Área Verde de Lazer (AVL) Já!

Evento no facebook: https://www.facebook.com/events/236350847299051/

Hackeando a cidade, Roda de conversa sobre ocupação do espaço público em Florianópolis: relatos do Quadrado e da Ponta Do Coral (25/11)

23 nov

Neste Domingo de tarde acontece em Floripa o evento “Hackeando a Cidade”, organizado pelo pessoal do Quadrado em parceria com o Tarrafa Hacker Clube.

Durante o evento iremos participar junto com o pessoal do Quadrado de uma roda de conversa sobre Ocupação do espaço público em Florianópolis, buscando compartilhar experiências.

O evento será no Quadrado, ou Pomar do Ciclista: um espaço ocupado e auto gerido na baia sul que serve de ponto de encontro para ciclistas e para a comunidade em geral. Aqui estão as instruções para chegar lá.

Abaixo a programação completa e descrição do evento (também no facebook).

~# Que história é essa de Hackear?
Hackear nada mais é do que utilizar alguma coisa para além do que foi idealizada. Explorar todos os recursos possíveis e impossíveis, esgotar as possibilidades de uso de alguma coisa, criar novos caminhos para chegar à algum objetivo.

~# O que é a cidade? Qual sua função? O que você pode fazer para melhora-la?

~# Nós do Quadrado, por exemplo, hackeamos a cidade construindo um parque com as próprias mãos, de pessoas para pessoas, numa área negligenciada pelo poder público depois de muitos anos aguardando promessas que são só promessas.

~# Neste domingo (25/11), numa parceria com o Tarrafa Hacker Clube que é um laboratório comunitário onde pessoas com interesses em comum em qualquer área do conhecimento humano se encontram para compartilhar conhecimentos e colaborar em projetos conjuntos, estaremos proporcionando um dia de discussões, oficinas e exposições, finalizando com um Cinetarrafa no aterro!

atrações@confirmadas

~# Oficina de Ecoprint com Roberta Kremer
A Ecoprint é uma técnica de estamparia onde toda coloração é extraída de flores e plantas.
https://www.facebook.com/events/2163373947214129/?ti=icl

~# Roda de conversa sobre ocupação do espaço público em Florianópolis: relatos do Quadrado e da Ponta Do Coral.

~# Roda de Conversa com Lauro Filho
Resiliência e Carpintaria: uma conversa sobre pensar, esperar e martelar
Um diálogo filosoficamente direcionado sobre o momento atual e a importância do cuidado-de-si. Uma visão de como o trabalho manual nos torna mais resilientes e conscientes de nós mesmos e de tudo que nos cerca. Ao final, teremos algumas noções básica sobre carpintaria manual: ferramentas, usos, materiais e projetos.

~# Roda de conversa com Coletivo Mariscotron e Tarrafa Hacker Clube
Cultura de segurança: boas práticas para autodefesa digital e comportamental.

~# Cinetarrafa no Aterro apresenta:
Nothing to Hide (2017)
Um documentário independente que trata da vigilância e sua aceitação pelo público em geral através do argumento “Não tenho nada a esconder”.

Desacato publica matéria sobre os impactos da mega Marina em na Beira Mar Norte

26 set

O projeto de concessão de terreno público para iniciativa privada construir a Marina foi aprovado nesta segunda (24/09) na Câmara de vereadores pela base governista de Gean sem debate algum, apenas 3 dias depois de uma audiência pública de fachada, que não ouviu nem debateu com a cidade e seus diferentes atores.

O Jornal das Trabalhadoras e Trabalhadores do Portal Desacato fez uma excelente matéria resumindo os profundos impactos ambientais e na mobilidade urbana que o megalomaníaco projeto de Marina na Beira Mar teria para a cidade e para o eco sistema. Parabéns para a mídia independente da cidade, que leva informação e ouve outras vozes, ao contrário de grupos como o NSC e RIC, que atuam apenas fazendo propaganda deste empreendimento.

Seguimos acompanhando e nos mobilizando para não deixarmos mais esta barbaridade ser feita com nossa cidade, empurrada goela por uma minoria endinheirada e seus políticos de aluguel! #MarinaParaQuem #pontaDoCoral#parqueCulturalDas3Pontas #DireitoACidade