Ato pela Democracia! Política Urbana e Ambiental GOLPEADA no Plano Diretor de Floripa (22/05)

21 maio

Ato pela Democracia! Politica Urbana e Ambiental

GOLPEADA no Plano Diretor de Floripa

CONFLITOS DE INTERESSE PÚBLICO-PRIVADO Diante dos graves e atuais conflitos de interesse no fechamento da proposta de PLANO DIRETOR de Florianópolis, e em defesa da municipalidade, viemos protestar e contrapor ao descaso do prefeito Gean (PMDB) e de juízes da justiça federal de Porto Alegre contra direitos de interesse coletivo oriundos do debate público e técnico qualificado, dos pareceres dos órgãos da gestão ambiental, cultural e do planejamento urbano dos executivos municipal, estadual e federal, pareceres cobrando restrições à edificação e apoio a preservação e uso para área verde e de lazer na Ponta do Coral, manifestada pelos técnicos capacitados do IPUF, FLORAM, SEPHAM, Fundação Franklin Cascaes, IPHAN, FATMA, FCC, ICMBio, IBAMA, UDESC e UFSC e, apoiado com mais de 18 mil assinaturas propondo garantias de uso 100% Público da Ponta do Coral, incluída nas leituras comunitárias das “Diretrizes do Plano Diretor Participativo” desde 2008. Isso é de conhecimento público, do prefeito e seus prepostos na direção do IPUF, SMDU e Procuradoria do Município. Por isso nos causa revolta mais uma vez a decisão do prefeito contra o Despacho/Resolução da Justiça Federal referente às garantias das demandas de Áreas Verdes no Plano Diretor, argumentando que isso equivaleria ao confisco de bens imóveis, com inúmeros prejuízos aos particulares e ao Erário”.

O “PREJUÍZO AOS PARTICULARES E AO ERÁRIO PÚBLICO” É CONVERSA FIADA Esta argumentação do prefeito não se sustenta por zelo a probidade administrativa, que cabe ao executivo na elaboração da Política Urbana, caso agisse em defesa do interesse da sociedade, pela promoção de fato a Função Social da Propriedade e sem atentar contra o Direito de Propriedade como determina a Constituição Federal e o Estatuto da Cidade, que estabelecem que o Direito de Propriedade tem como premissa a sua submissão à Função Social da Propriedade que se estabelece nas orientações do Plano Diretor. Portanto o “prejuízo aos particulares e ao erário público”, como argumentada, é uma falácia dos prefeitos articulados aos interesses dos especuladores imobiliários. É uma conversa fiada pois, infraestrutura e equipamentos públicos não podem ser taxados como prejuízo ao erário, mas sim como investimento estratégico, solidário, econômico e sócio cultural, que exigem os novos marcos civilizatórios da sociedade brasileira, emanados das lutas da Reforma Urbana. Este é um dever do prefeito e para confirmar nossa afirmação temos os fatos ligados ao projeto do Anel Viário do Transporte Coletivo de Florianópolis, onde se promove infraestrutura e equipamentos urbanos e se mitiga subtração do Direito de Propriedade com contrapartidas negociadas e justas de indenizações (em espécie ou “instrumentos moedas” de valor imobiliário prevista na legislação urbana e fiscal) ou permuta de áreas, sem prejuízos aos particulares e ao erário.

GOLPE CONTRA DEMOCRACIA NOS CAUSA INDIGNAÇÃO Diante do acima exposto que esta vinculado ao processo de fechamento do Plano Diretor de Florianópolis que se arrasta a anos, nos causa maior indignação a recente decisão desastrosa da justiça federal de porto alegre, neste momento da conjuntura nacional que está colocando a nu todo tipo de promiscuidade dos jogos de interesses privados contra os interesses e patrimônios públicos, envolvendo agentes públicos do executivo, legislativo e inclusive do judiciário com empresários corruptores. Nos causa indignação a decisão da 4ª seção regional da justiça federal, onde juízes de Porto Alegre atentam contra os objetivos da Política Urbana e da Gestão Democrática, estabelecido pela Constituição Federal e Estatuto da Cidade, dando apoio ao recurso do prefeito municipal e dos empresários especuladores imobiliários, contra a decisão do juiz federal de Florianópolis e do Ministério Público Federal que havia condenado o prefeito Gean Loureiro e o Município a pagarem cada um 100 mil Reais. O juiz Marcelo Krás determinou a suspensão da Audiência Pública, e exigiu a Revisão dos Mapas, Diretrizes e Zoneamentos de Uso e Ocupação do Solo para inclusão das propostas oriundas dos Núcleos Distritais e Audiências Públicas, e também a retirada das propostas que foram incluídas irregularmente PELA RELATORIA DO IPUF, sem serem aprovadas nos debates distritais ou nas audiências públicas. Além da exigência de nova Minuta dos artigos do Plano Diretor e Mapas, e do novo calendário de aprovação, foi também exigido que no período de finalização do novo Plano houvesse respeito ao Principio da Prevenção à Política Urbana e Ambiental, suas restrições e capacidade suporte de infraestrutura, nas aprovações de projetos para construção pelos órgãos da prefeitura. Desde o final de 2016, por determinação judicial, está em vigor a obrigação de que os projetos aprovados sigam as diretrizes mais restritivas das atuais leis que tratam do Plano Diretor: Lei 001/97 (PD do Distrito Sede); Lei 2193/85 (PD dos Balneários) e Lei 482/2014 (PD do Cesar Souza). Mas isso não é obedecido e vem causando danos à sustentabilidade ambiental e qualidade de vida da população.

CHEIRO DE PODRIDÃO Fomos golpeados novamente pela força do capital especulativo, que contou com apoio do prefeito e reverteu a ação do movimentos sociais, com a sentença de juiz de fora que não acompanhou o processo de participação popular e desconhece a realidade local, e sem a precaução devida que seu cargo e os temas da Gestão Democrática, Política Urbana e Ambiental exigem, sua decisão agiu contra os instrumentos de controle e participação da sociedade no processo de elaboração do Plano Diretor como determinam a legislação federal. Este recurso e a posição da 4ª. TRF, em Porto Alegre, trás a tona o descrédito político e o cheiro de podridão, da conivência e corrupção de agentes públicos, nos executivos, legislativos e judiciários, presentes na conjuntura nacional.

MOEDA DE TROCA Lamentamos que nossos direitos de participação popular não sejam atendidos minimamente pela justiça para coibir o autoritarismo dos Prefeitos e representantes do IPUF na condução da gestão democrática na elaboração do Plano. Desserviço ao interesse público, que tem sido imposto por todos os prefeitos que governaram Florianópolis desde 2006 juntamente com seus vereadores e partidos a serviço da especulação imobiliária, como moeda de troca das propinas e financiamentos de suas campanhas, sem compromissos com a qualidade de vida, sustentabilidade e preservação ambiental, pois são contra a Função Social da Propriedade e do Direito à Vida Digna para Todos, como prevê a Constituição Federal e Estadual, a Lei Orgânica Municipal e, o Estatuto das Cidades, Lei Federal que estabelece instrumentos para realização da Função Social da Propriedade, e garantias de Gestão Democrática e Participação Popular na elaboração e aprovação do Plano Diretor Municipal.

NESTA SEGUNDA, 22 DE MAIO – DENÚNCIA E PROTESTO

Por isso estamos denunciando e convocando todos a participarem da AUDIÊNCIA DE CONCILIAÇÃO que foi mantida por decisão local do Juiz Marcelo Krás e procuradora Ana Lúcia Hartmann para amanhã as 16h na sede da Justiça Federal, ao lado da sede da Policia Federal na Avenida Beira Mar. Lá, denunciaremos a posição do prefeito e a decisão irresponsável da 4ª. TRF e exigiremos o cumprimento da decisão do juiz e procuradora federal de Florianópolis e punição dos técnicos e gestores envolvidos nas irregularidades, para a efetiva reparação por danos causados à Política Urbana e Ambiental, em respeito às propostas oriundas do processo democrático e participativo nos bairros, distritos, nas oficinas, seminários, assembleias e audiências públicas ocorridas desde 2006.

JUNTE-SE A NÓS Venha protestar nesta segunda feira, dia 22 de maio, a partir das 16h na Audiência de Conciliação na sede da Justiça Federal. Contra os especuladores imobiliários, organize-se em movimentos sociais ou coletivos. Procure sua entidade comunitária e de classe. Informe-se e lute por seus direitos de cidadão, por uma cidade democrática, sócio e ambiental mais justa e sustentável, com espaços adequados para trabalho, moradia, educação, saúde, mobilidade urbana, saneamento, meio ambiente preservado, áreas verdes e de lazer, esporte e cultura, para garantir qualidade e vida digna para todos.

Em Defesa do Meio Ambiente e, Participação e Gestão Democrática, por cidades justas, fraternas e sócio ambiental sustentáveis, pelo Direito à Vida Digna para Todos. Participem do Ato de Protesto e Denúncia.

 

Florianópolis, 21 de maio de 2017.

Movimento Ponta do Coral 100% Pública – Pela criação do PARQUE CULTURAL DAS 3 PONTAS!

SEM CONCILIAÇÃO COM O CAPITAL E OS ESPECULADORES IMOBILIÁRIOS!
CONTRA O GOLPE NO PROCESSO PARTICIPATIVO DO PLANO DIRETOR!

Relato do Ato de Enterro do Autoritarismo da Prefeitura e do Prefeito contra o Plano Diretor (15/05)

17 maio

Foto por Jerônimo Gomes, assessoria vereador Lino Peres

Plano Diretor de Florianópolis, por parte da PMF, não é visto como participativo e democrático!

No final da tarde de segunda-feira (15/05), estivemos em frente ao IPUF (Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis), juntamente com integrantes de outros Movimentos Socais e entidades comunitárias, como a UFECO (União Florianopolitana de Entidades Comunitárias), para denunciar as medidas autoritárias de Gean Loureiro e da Prefeitura Municipal contra o Plano Diretor Participativo.
 
Denunciamos, conforme a nossa Nota Pública em conjunto com a UFECO, as mudanças de zoneamento, especialmente a supressão de Áreas Verdes de Lazer, realizadas sem debate ou consentimento das comunidades envolvidas, passando por cima do que havia sido decidido no processo participativo e democrático que envolveu a população. Entre as mudanças está a Ponta do Coral, que havia sido proposta pelas leituras comunitárias junto ao *Núcleo Gestor” como Área Verde de Lazer e que teve seu zoneamento alterado, sem que com isto fosse respeitada a decisão da comunidade e a luta coletiva de mais de 30 anos por esta região tão emblemática na disputa por uma cidade Sócio-Ambientalmente Sustentáveis, uma cidade para tod@s. 
 
Não vamos deixar que interesses privados de empresários da construção civil e seus representantes políticos prevaleçam sobre os interesses da coletividade, sem compromissos com a qualidade de vida, sustentabilidade e preservação ambiental, pois são contra a Função Social da Propriedade.
 
Junte-se a nós no próximo manifesto! Organize-se em coletivos e movimentos sociais e procure sua entidade comunitária e de classe. Informe-se e lute por seus direitos de cidadão, por uma cidade democrática, sócio e ambiental mais justa e sustentável, com espaços adequados para trabalho, moradia, educação, saúde, mobilidade urbana, saneamento, meio ambiente preservado, áreas verdes e de lazer, esporte e cultura, para garantir qualidade e vida digna para todos.
 
Movimento Ponta do Coral 100% Pública
#VaiTerParque
#NãoVaiTerHotel
#PontaDoCoralParqueParaTodxs

Ato de Enterro do Autoritarismo da Prefeitura e do Prefeito contra o Plano Diretor (15/05)

15 maio

Hoje, 15/05 às 18:30 em frente ao IPUF (Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis), estaremos lá junto com a UFECO em protesto contra as medidas autoritárias de Gean Loureiro e da Prefeitura Municipal contra o Plano Diretor Participativo.

Ajude a divulgar e compareça! Todos de preto no enterro do processo participativo do plano diretor!

Onde: IPUF,  Praça Getúlio Vargas, 138 – Centro.

Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/291192324659167/

Enterro da Farsa no Plano Diretor

14 maio

Enterro da Farsa no Plano Diretor e na aprovação de projetos em Floripa

PREFEITO condenado e direção do IPUF são obrigados a acabar com a farsa, da manobra e dissimulação, na elaboração e fechamento da proposta do Plano Diretor Participativo de Florianópolis.

Foto: Eduardo Valente

O prefeito Gean Loureiro (PMDB) e o Município foram condenados a pagarem cada um 100 mil Reais. O juiz federal Marcelo Krás determinou a suspensão da Audiência Pública, e exigiu a Revisão dos Mapas, Diretrizes e Zoneamentos de Uso e Ocupação do Solo para inclusão das propostas oriundas dos Núcleos Distritais e Audiências Públicas, e também a retirada das propostas que foram incluídas irregularmente sem serem aprovadas nos debates distritais ou nas audiências públicas. Caso contrario, prefeito e município pagarão multa diária de 10 mil Reais após o prazo definido pela justiça para apresentação da nova Minuta dos artigos do Plano Diretor e Mapas, e do novo calendário de aprovação. Esta retomada do processo, deve garantir também transparência e ampla informação adequadas que possibilitem a compreensão e participação popular, para gestão democrática da nova Audiência Pública e na Conferencia Municipal para aprovação do projeto de Plano Diretor que ao final será enviado para votação na Câmara de Vereadores.

Lamentamos que, ao longo deste processo, nossos direitos de participação popular só sejam atendidos minimamente e sem as necessárias informações e linguagem adequada, quando muito, pela justiça e sempre contra a vontade e o caráter autoritário dos Prefeitos e representantes do IPUF na condução da gestão democrática na elaboração do Plano. Este desserviço ao interesse público tem sido imposto por todos os prefeitos que governaram Florianópolis desde 2006 até hoje. Eles, seus vereadores e partidos atuam a serviço da especulação imobiliária, como moeda de troca das propinas e financiamentos de suas campanhas, sem compromissos com a qualidade de vida, sustentabilidade e preservação ambiental, pois são contra a Função Social da Propriedade e do Direito à Vida Digna para Todos, como prevê a Constituição Federal e Estadual, a Lei Orgânica Municipal e, o Estatuto das Cidades, Lei Federal que estabelece instrumentos para realização da Função Social da Propriedade, e garantias de Gestão Democrática e Participação Popular na elaboração e aprovação do Plano Diretor Municipal.

Denunciamos também que gestores do IPUF e da SMDU, os prefeitos, a maioria absoluta dos vereadores e os setores especulativos imobiliários não tem compromissos com as demandas coletivas e a conclusão do processo democrático na elaboração do Plano Diretor Participativo. Desde 2006, através de alterações pontuais no Plano Diretor, eles promovem seus interesses privados sem respeito à Função Social da Cidade e da Propriedade. Pois durante a elaboração do Plano eles aprovam construções que ignoram a inexistência de capacidade suporte da infraestrutura urbana e do meio ambiente, em desacordo com a resolução do Poder Judiciário, que determinou que no período de finalização do novo Plano houvesse respeito ao Principio da Prevenção à Política Urbana e Ambiental nas aprovações de projetos. No final de 2016, por determinação judicial, está em vigor a obrigação de que os projetos aprovados sigam diretrizes mais restritivas das atuais leis que tratam do Plano Diretor: Lei 001/97 (PD do Distrito Sede); Lei 2193/85 (PD dos Balneários) e Lei 482/2014 (PD do Cesar Souza). Porem isso não é obedecido. Diante disso, exigimos o cumprimento da decisão judicial e punição dos técnicos e gestores envolvidos nas irregularidades, para a efetiva reparação dos danos causados à Política Urbana e Ambiental.

Junte-se a nós. Contra os especuladores imobiliários, organize-se em movimentos sociais ou coletivos. Procure sua entidade comunitária e de classe. Informe-se e lute por seus direitos de cidadão, por uma cidade democrática, sócio e ambiental mais justa e sustentável, com espaços adequados para trabalho, moradia, educação, saúde, mobilidade urbana, saneamento, meio ambiente preservado, áreas verdes e de lazer, esporte e cultura, para garantir qualidade e vida digna para todos.

 

UFECO – União Florianopolitana de Entidades Comunitárias

Movimento Ponta do Coral 100% Pública

Acompanhe nossa luta. Mais informações:

Audiência Final do Plano Diretor é suspensa por decisão judicial

9 maio

O Município de Florianópolis e o prefeito Gean Loureiro (PMDB) fizeram modificações no anteprojeto do Plano Diretor sem debate com a população, contrariando o que havia sido decidido pelas comunidades. Entre as mudanças está a Ponta do Coral, que a comunidade propôs como Área Verde de Lazer e o município passou por cima de forma arbitrária.

O prefeito e o município foram intimados a pagar multa de cem mil reais, fazer a retirada completa das alterações arbitrárias em até cinco dias e reavaliar o calendário do plano diretor.

Seguimos na luta! Nesta quinta-feira teremos reunião com associações, movimentos sociais e quem mais queira se engajar nessa luta para que tenhamos um Plano Diretor realmente democrático e que atenda aos anseios da população, e não aos interesses privados de construtoras e da especulação imobiliária. Venha e participe!

Quando? Dia 11/05/2017 (5ª-feira) das 18:30h às 21:00h

Local: Instituto ARCO-ÍRIS, na Travessa Ratcliff, esquina com Rua João Pinto, no centro de Florianópolis.

Mais informações sobre a decisão judicial:

https://ndonline.com.br/florianopolis/noticias/apos-descumprimento-audiencia-final-do-novo-plano-diretor-de-florianopolis-esta-suspensa

http://www.mpf.mp.br/sc/sala-de-imprensa/noticias-sc/prefeito-e-municipio-de-florianopolis-sao-condenados-ao-pagamento-de-multa-por-descumprir-decisao-judicial

Clique aqui para baixar a decisão judicial na integra.

 

Trabalhos de Doutorado e Mestrado sobre a Ponta do Coral e Parque Cultural das 3 Pontas defendidos esta semana na UFSC

27 abr

Esta semana dois trabalhos acadêmicos, uma Tese de Doutorado e uma Dissertação de Mestrado cujo tema é a Ponta do Coral e luta pelo Parque Cultural das 3 Pontas serão defendidas na Universidade Federal de Santa Catarina.

Compareça e prestigie!

Terça, 25/04:

Autor: Carlos Eduardo Justen
Título: “Um olhar político sobre o fenômeno organizacional: a organização da resistência do Movimento Ponta do Coral 100% Pública”. Tese de Doutorado.
Pós-Graduação em Administração
Local: CSE/UFSC, sala 117, Bloco D.
Horário: 14 horas

Quinta, 27/04:

Autora: Renata Regina Souza
Título: “Análise da Paisagem das Três Pontas: Ponta do Coral, Ponta do Lessa e Ponta do Goulart”. Dissertação de Mestrado.
Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFSC
Local: Sala de Usos Múltiplos – CFH – UFSC .
Horário: 14 horas

Reunião Ampliada sobre o Plano Diretor prorrogada para o dia 11/05

25 abr

Importante! A reunião ampliada sobre o Plano Diretor que aconteceria nesta quinta foi prorrogada para o dia 11/05/17 (daqui a duas semanas), o local permanece o mesmo (Instituto Arco-íris)

Assim mais grupos, movimentos, coletivos e cidadãos poderão participar do debate, dado que muit@s estão envolvid@s com a importantíssima mobilização pela GREVE GERAL contra a retirada de nossos direitos, nesta sexta dia 28/04/17.

Ajudem a divulgar!

Reunião do Movimento Ponta do Coral 100% Pública [22/04]

20 abr

Já temos marcada a nossa próxima reunião, será neste sábado, dia 22/04/17, às 15:30 no Instituto Arco-Íris que fica ali na Travessa Ratclif (centro).

Venha participar desta luta pela criação do Parque Cultural das 3 Pontas, um parque para tod@s, unindo a Ponta do Coral, Ponta do Goulart e Ponta do Lessa! Neste reunião daremos encaminhamentos para a organização da reunião ampliada do Plano Diretor Participativo, da próxima quinta (27/04). Contamos a com a sua presença neste engajamento coletivo por uma cidade para tod@s!

Evento do Facebook: https://www.facebook.com/events/1356881254399250/

Vem com a gente! Pelo Direito à Cidade!
Rumo ao Parque Cultural das 3 Pontas!
Ponta do Coral: Área Verde de Lazer (AVL) Já!

Manifesto-Convite: Reunião Ampliada sobre Meio Ambiente, Saneamento Básico e Povos Tradicionais no Contexto do Plano Diretor

13 abr

Vivemos dias incertos de ataques ao Meio Ambiente e aos nossos Direitos Sociais e Trabalhistas.   Estão em voga em todo o país as Privatizações de Patrimônios e Empresas Públicas, com ampliação das Parcerias Público-Privadas (PPP’s), cortes nos investimentos públicos e ampliação do papel do mercado, cada vez mais totalitário e concentrador de poder na gestão de políticas públicas. Tais políticas são empurradas goela abaixo dos cidadãos, sem debate democrático e através de intensa propaganda ideológica de uma mídia corporativa que atua como porta-voz de um governo ilegítimo e impopular.

Na contramão de tudo que conseguimos fazer avançar no processo de redemocratização brasileira, lamentamos que, em menos de 1 ano de governo golpista, até mesmo a Lei do Estatuto da Cidade se encontra ameaçada. Com ela, também estão ameaçados os Direitos Democráticos decorrentes da Função Social da Cidade, da Propriedade, da Paisagem, do Meio Ambiente e da Habitação Popular, que afirmam regras democráticas civilizatórias e humanistas para a política Urbana e Ambiental, buscando harmonizar as relações entre os seres vivos como um bem e um direito universal para todos, e não como privilégio para poucos.

Neste cenário, está inserida a cidade de Florianópolis, com o recente Pacote de Maldades do prefeito Gean Loureiro (PMDB), que, sob a desculpa de “falência” da prefeitura, sem qualquer esforço para cobrar as dívidas dos grandes devedores, buscou retirar direitos sociais e trabalhistas e promoveu avanços nas privatizações e terceirizações de serviços públicos (via PPP’s).

Gean ainda flexibilizou o processo de aprovação de projetos para o setor das empresas de construção civil, diminuindo o controle social, a fiscalização e as salvaguardas técnico-urbanos e ambientais, aprovando projetos polêmicos e atacando, assim, o processo de gestão democrática da elaboração do Plano Direto Participativo que se arrasta desde 2006. Como é o caso da retomada das obras da Estação de Tratamento de Esgoto do Rio Tavares, sem as garantias exigidas pelo Ministério Público de salvaguardas da RESEX da Costeira do Pirajubaé e da maricultura local.

Isto tudo acontece no momento que estamos entrando nos encaminhamentos finais para a definição do projeto do novo Plano Diretor, onde muitas questões ainda estão em aberto, como o atendimento de demandas das leituras comunitárias propostas pelos distritos e setores sociais que compõem o Núcleo Gestor Municipal do Plano Diretor Participativo e ao mesmo tempo em que seguem em paralelo as definições do Projeto Orla, sem qualquer conexão com o Plano Diretor, e que envolvem os territórios de marinha na ilha e no continente.

Não temos, até agora, diagnósticos, documentos e mapas da capacidade de suporte das infraestruturas urbanas e ambientais (uma das primeiras solicitações dos setores populares e distritais), com mapas geoprocessados, com escala que permita delimitação física precisa dos zoneamentos propostos, instrumentos básicos para visualização, definição, execução, salvaguarda, promoção e controle dos demais instrumentos da legislação urbana e ambiental, que compõem o Plano Diretor Municipal.

Se não bastassem estas questões, também não foi apresentada a sistematização requerida para os processos técnico-legislativos de proposição, alteração e exclusões, para compor consensos e aprovar leis. É preciso que se faça esta sistematização de forma didática e em linguagem popular, como requer as orientações do Ministério das Cidades, através de tabelas e planilhas comparativas por temas, capítulos e artigos. Pois, sem isso, torna-se impossível o resgate de todas as propostas apresentadas nas diversas etapas e instâncias do processo participativo que começou em 2006, não permitindo nenhum controle social e garantias da gestão democrática no fechamento da proposta e sua aprovação no Núcleo Gestor, muito menos, nas instâncias distritais, nas audiências públicas e na conferência municipal.

Diante da gravidade do exposto, nós, militantes do Movimento Ponta do Coral 100% Pública, realizaremos uma Reunião Ampliada para debater e dar encaminhamentos coletivos nas instâncias que se fizerem necessárias à Gestão Democrática. Para tanto, estamos convidando para este debate as entidades comunitárias, movimentos, associações e pessoas engajadas na luta por uma cidade para todos, em defesa dos Direitos ao Meio Ambiente, Lazer, Saneamento Básico, Territórios de Povos Tradicionais e da Função Social da Cidade.

Assim sendo, nós, do Movimento Ponta do Coral 100% Pública, reafirmamos nossos compromissos e desejo de alianças, na esfera municipal e regional, nas lutas pela preservação dos Biomas e construção de Cidades Ambientalmente Sustentáveis, pela Ampliação de Direitos Sociais e por uma Sociedade Justa, Fraterna e Solidária, com Direito à Vida Digna para Todos. Contamos com sua participação.

REUNIÃO AMPLIADA 

Meio Ambiente, Saneamento Básico e Povos Tradicionais 

Pelo Direito à Vida Digna para Tod@s! 

Por mais Parques, Praças, Áreas Verdes e de Lazer! 

Por Cidades Justas, Fraternas e Sustentáveis! 

Pela Gestão Democrática na Elaboração e Aprovação do Plano Diretor! 

Quando? Dia 11/05/2017 (5ª-feira) das 18:30h às 21:00h 

Local: Instituto ARCO-ÍRIS, na Travessa Ratcliff, esquina com Rua João Pinto, no centro de Florianópolis.

Evento no Facebook: https://web.facebook.com/events/1499199993444848/

Se preferir, baixe aqui a carta convite em formato PDF para impressão ou envio por e-mail.

Lançamento do jornal Ponto de Fuga v. 1 : O parque [18/04]

11 abr

Ponto de Fuga é um jornal independente que reúne fotografias, textos literários e comentários críticos inspirados em experiências, acontecimentos e fatos observados na cidade. Seu primeiro volume, intitulado “O parque”, foi construído em torno de questões envolvendo a Ponta do Coral, em Florianópolis. As imagens, inspiradas na ideia de criação de um parque no local, foram realizadas pela artista visual Andrea Eichenberger. Os textos – uma análise do arquiteto e urbanista Gustavo Andrade e um conto da antropóloga Marta Machado – baseiam-se na situação sócio-político-econômica que atualmente envolve o lugar.

Quando? Terça, 18 de abril das 18:00 até às 21:00

Onde? No Tralharia. Rua Nunes Machado, 104. Florianópolis

Evento Organizado por Andrea Eichenberger.