Milhares de peixes apareceram mortos no manguezal do Itacorubi na manhã de quarta, dia 22 de abril. Fotos e vídeos expondo esta cena trágica foram divulgadas pela imprensa e correram as redes sociais, ganhando repercussão nacional. Registros similares de mortandade de peixes ocorreram no mês de fevereiro nos municipios de Biguaçu e Palhoça.
O manguezal, inserido na Unidade de Conservação Parque Natural Municipal do Manguezal do Itacorubi – Fritz Müller, funciona como um importante berçário de vida marinha, onde se desenvolvem peixes, crustáceos e moluscos. Para além da fauna e da flora, sua saúde é importante também para as famílias que dependem da pesca artesanal nas baías.
Manguezais são ecossistemas fundamentais para o equilíbrio climático, capturando e armazenando grandes quantidades de carbono, como explica a Professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Alessandra Larissa Fonseca no vídeo abaixo, realizado durante uma ação ambiental no dia 18 de abril, na Reserva Extrativista do Pirajubaé.
As causas da mortandade estão sendo investigadas. No dia 24 de abril, o IMA (Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina) divulgou nota onde aponta ocorrência de floração de microalgas como causa provável, sendo que previsão de divulgação do relatório final é de até 20 dias. O programa Ecoando Sustentabilidade divulgou nota também no dia 24, onde aponta que o fenômeno é resultado da poluição crônica por esgoto doméstico não tratado na bacia do Itacorubi.
Registros divulgados na nota técnica do Ecoando Sustentabilidade
A mortandade sensibilizou movimentos socioambientais a realizarem uma manifestação neste domingo, dia 26/04. O ato, organizado pelo Fórum da Bacia do Itacorubi, chama a população para se manifestar, tendo o Shopping Villa Romana * (Santa Mônica) como ponto de encontro. Abaixo o chamado do ato:
🚨 O MANGUEZAL DO ITACORUBI PEDE SOCORRO! 🐟❌
Milhares de peixes amanheceram mortos esta semana. A poluição, o esgoto e o descaso do poder público estão sufocando o berçário da nossa cidade!
Não vamos aceitar esse crime ambiental calados. Chegou a hora de irmos pra rua exigir a proteção integral do nosso mangue!
✊ MOBILIZAÇÃO PELO MANGUEZAL DO ITACORUBI VIVO! 📅 Domingo, 26/04 🕙 10h 📍 Em frente ao Shopping Villa Romana (Santa Mônica)
Traga sua voz e faça o seu cartaz! Algumas ideias de frases: 👉 “Plano de Manejo Já!” 👉 “Hoje são os peixes. Amanhã, quem?” 👉 “Menos concreto, mais mangue!”
📲 Por favor, repasse esta mensagem e o card para seus contatos e grupos! A natureza de Floripa precisa da nossa ajuda. 🌿📣
—
Atualização importante: A manifestação foi cancelada devido à chuva neste domingo. Uma nova data será divulgada pela organização.
* Cabe lembrar, que a própria construção deste shopping, na época de nome Iguatemi, foi foco de protestos em 2007, em face dos impactos ambientais devido à proximidade do mangue e dos transtornos ao entorno.
No dia 05 de outubro o sol resolveu nos agraciar com sua ilustre presença para o encontro de 45 primaveras de luta pela Ponta do Coral, após dois adiamentos consecutivos do evento.
Aos poucos as pessoas foram se aprochegando, e preparando o cenário, pendurando faixas e cartazes e amarrando as tiras de tecido vermelho e verde, cores do Movimento Ponta do Coral 100% Pública que viraram uma “marca registrada” dos eventos na Ponta.
Uma roda de conversa foi formada, contando com pessoas de diferentes gerações, que construíram essa e também outras lutas. A Roda começou com um convite para compartilhamento das memórias sobre a Ponta do Coral.
Mauro Passos, iniciou as falas, contando sobre a história do local desde os tempos que era utilizado como depósito de combustível para a Standard Oil até a década de 30, passando pelo aterramento para construção da beira-mar norte, quando se tornou a última “ponta” de entrada natural para o mar, e o incêndio no educandário e abrigo de menores que marcou a venda irregular da Ponta ainda na ditadura. Mauro Passos também lembrou da trajetória da luta legislativa quando foi vereador pelo PT, quando encaminhou no ano 2000 um projeto de lei que transformava a região em Área Verde de Lazer (AVL), aprovado naquela conjuntura por unanimidade.
Dando seguimento, Gert Shinke, historiador e membro do coletivo Ecolhar, que trouxe um “faixão” celebrando os 45 anos de resistência, colocou na roda documentos históricos desta época da luta, com os laudos e ofícios dos órgãos públicos responsáveis.
Lino Peres contou como a lei depois foi modificada pelos vereadores em anos seguintes, com alterações que permitiam a construção de um hotel de mais de 20 andares com uma marina, o que levou a uma nova fase de mobilizações pela Ponta. Lino também recordou as primeiras mobilizações nos anos 80, puxadas por estudantes e professores, principalmente do curso de Arquitetura da UFSC, destacando a participação dos então estudantes Loureci Ribeiro (Ci) e Elisa Jorge, que se tornarão militantes pelo direito à cidade e da luta pela moradia, e seguiram na construção da luta pela Ponta do Coral 100% Pública. Recordou também os embates na câmara de vereadores, quando foi vereador pelo PT, para a Ponta voltar a ser uma AVL.
Suzana Luz Cardoso, ativista socioambiental, recordou o histórico de mobilizações pela Ponta do Coral de 2015 em diante, quando começou a participar do movimento, que na época já se chamava Movimento Ponta do Coral 100% Pública, com a bandeira de criação do Parque Cultural das 3 Pontas. Resgatou também a importância da mobilização social para a conquista e manutenção de tantas áreas verdes e parques da cidade, citando como exemplo o Parque da Luz, o PACUCA e o Quintal Comunitário do Córrego Grande.
Outras militantes também lembraram do histórico das mobilizações pós 2015, quando a Hantei estava “prestes” a construir um hotel. Em 2015 foram dezenas de atividades envolvendo a Ponta do Coral, com reuniões semanais na Escola Básica Padre Anchieta (obrigada Maria Terezinha!), onde os rumos do movimento eram debatidos coletivamente. Recordamos diversas ocupações culturais ocorridas naquele ano, como o Enterro dos Ossos (pós-carnaval) e a Maratona do Coral, quando após o cancelamento da Maratona Cultural feita pela prefeitura, decidimos organizar 3 dias de atividades autogestionadas envolvendo arte e cultura na Ponta do Coral. Anos seguintes também foram lembrados, como a Novembrada Cultural em 2017, resgatando a luta pela Ponta e, ao mesmo tempo, a memória contra a ditadura.
Recordamos também de como foi a batalha para conseguirmos manter a área da Ponta limpa, sem o mato alto que era usado para afastar a população da região e criar pânico. Inclusive dos mutirões de limpeza que fizemos, um dos quais foi interrompido pela Polícia Militar.
Vídeo de 2015, quando a PM de SC interrompeu a limpeza na Ponta do Coral.
Flora Neves, comunicadora, trouxe outro aspecto de porque a área ainda estaria protegida, contando uma história que ouviu de um ancião, de que mulheres e crianças de etnia Guarani teriam sido mortas por colonizadores portugueses nos recifes, e que enquanto a memória dos povos originários que habitavam Meiembipe não fosse respeitada a situação da Ponta do Coral permaneceria em suspenso.
Ao final, também foi lembrado o papel do Movimento Ponta do Coral 100% Pública, em anos mais recentes, na articulação com outros movimentos sociais. Começando com o AbraCidade em 2019, que juntou vários movimentos no PACUCA. Iniciativa que inspirou mais tarde, ainda na pandemia (2021), a articulação de uma rede de movimentos socioambientais locais chamada Tecendo Redes, cujo foco tem sido o combate à especulação imobiliária, e que foi fundamental na organização do encontro, com presença de vários ativistas da rede e seus coletivos (Ecolhar, Instituto de Formação Popular Caéte, movimento contra a verticalização, Movimento de Pequenos Agricultores, Coletivo UC da Ilha).
Placas do movimento contra verticalização
A roda terminou com uma ratoeira cantada em verso e prosa:
Ao final da roda ainda ocorreu a distribuição de material (panfletos e cartazes) para uma manifestação em outubro contra a megalo-marina na beira-mar norte, que está sendo organizada por pescadores e pescadoras artesanais junto a movimentos sociais. A luta contra essa marina é pauta histórica do Movimento Ponta do Coral 100% Pública e sua relação com o mar, pois o entendimento é que se trata da continuidade do projeto de hotel-marina na Ponta do Coral, na mesma linha de modelo de cidade elitista, excludente e ecocida.
No fim da tarde o vento virou para um “nordestão”, apressando o fim do encontro.
O fato é que mudam os ventos, passam as estações, avançam os anos, mas a luta para retomar a Ponta do Coral para o povo segue viva! Se hoje não temos ali um hotel para poucos, é devido ao amor e a luta organizada de tantas pessoas que se entregaram e ainda entregam a esta causa. Hoje muita gente curte a ponta, passeando, namorando e pescando. Ainda não temos o tão sonhado Parque Cultural das 3 Pontas. Mas vamos chegar lá, nem que leve mais 45 anos!
Viva o Parque Cultural das 3 Pontas!
Viva a luta pela Ponta do Coral 100% Pública!
Fotos do Companheiro Chico, do Movimeto Ponta do Coral 100% Pública.
Manifestantes seguram faixas e cartazes em frente aos ranchos de pesca
Neste sábado, 25 de outubro, ocorreu a manifestação pela saúde de nossas baías e em defesa da pesca artesanal, contra a Marina na Beira-mar norte, os emissários e qualquer lançamento de esgoto em nossas águas.
Estava prevista uma barqueata por parte dos pescadores e pescadoras, que acabou tendo que ser cancelada devido aos fortes ventos. Com o cancelamento da barqueta, os manifestantes fizeram um ato simbólico em frente aos ranchos de pesca, abaixo da ponte Hercílio Luz, no lado continental.
Faixa esticada abaixo da ponte Hercílio Luz
Faixas e cartazes foram erguidos pelos presentes, com dizeres como “Megalo-Marina Não, Pela Saúde das Baías” e “Não aos Emissários nas Baías: Os esgotamentos das ETEs ameaçam de contaminação nossos territórios de pesca artesanal e maricultura”. Cartazes também denunciavam a falta de saneamento nas praias e a venda da cidade para especulação imobiliária.
A luta contra os emissários nas baías e por saneamento também foi foco da manifestação
O ato foi organizado pelo Fórum de Pescadores e Pescadoras Artesanais das Baías Norte e Sul e Associação de Marinheiros e Pescadores Farol de Naufragados em conjunto com coletivos e movimentos socioambientais da cidade. Estiveram presentes ativistas de diferentes movimentos e regiões da cidade, bem como o vereador Bruno Ziliotto e assessoras da vereadora Ingrid Sateré Mawé e do deputado Pedro Uczai.
Reunião no rancho de pesca
Após o ato, pescadores e pescadoras presentes gravaram várias falas denunciando os impactos que a instalação desta marina traria para suas vidas. Foi lembrado o fato de os direitos destas comunidades tradicionais não terem sido respeitados no processo. A necessidade de disputar outro modelo de cidade foi lembrada nas falas. Ativistas de outros movimentos, como o contra a verticalização no sul da ilha, Movimento da Ponta do Coral 100% Pública, do Ecolhar e da Tecendo Redes também chamaram a atenção para a importância da união dos movimentos socioambientais frente aos diversos ataques que tem ocorrido por parte da atual gestão.
Ao final foi evidenciada a necessidade de ampliar a rede em defesa das baías e contra o projeto desta marina, dado que este projeto afetará a cidade toda, e é o “coroamento” de um modelo de cidade elitista e ecocida, imposto de cima para baixo.
Cabe lembrar que esta luta não começou agora, há quase uma década movimentos sociais e as comunidades de pescadoras e pescadores artesanais, maricultores e extrativistas, e pesquisadores e pesquisadoras se colocam contrários a este mega-empreendimento voltado para uma elite e com impactos imensos e de diversas naturezas.
Abaixo compilamos materiais e registros desta luta, bem como o material de divulgação da manifestação de amanhã.
Referências e histórico da luta:
Documento elaborado pelo Movimento Ponta do Coral 100% Pública, com o histórico.
Devido à previsão de chuva e ventos fortes no dia 18/10, a manifestação foi adiada para o sábado seguinte, no dia 25/10, mesmo horário e local de concentração.
Seguimos mobilizando a luta pela saúde das baías e pela pesca artesanal! Ajude a divulgar e compareça.
📅 Manifestação com barcadas no dia 25/10 (sábado).
📍Concentração 9h na ciclovia da beira-mar continental, embaixo da ponte Hercílio Luz, no lado do estreito.
Trajeto: Sairemos em caminhada pela Ponte Hercílio Luz até o trapiche, na Ilha. Enquanto isso, pescadores e pescadoras seguirão em comitiva pela baía, com uma barcada acompanhando a caminhada.
Traga cartazes e participe dessa luta. No coletivo somos mais fortes!
Convidamos a população a se manifestar contra a construção de uma marina gigante na beira-mar norte e qualquer lançamento de esgotamentos de Estações de Tratamento de Esgoto nas Baías da Grande Florianópolis.
A gestão municipal quer construir uma verdadeira “Megalo-Marina” com área total de 440 mil m² que:
⚠️ Terá 500 vagas para embarcações, sendo somente 30 públicas (6%)!
⚠️ Aumentará o caos no trânsito, inclusive durante a construção
⚠️ Ameaça ecossistemas sensíveis e compromete o equilíbrio ambiental das baías, com aterramento, dragagem e liberação de substâncias tóxicas das embarcações
⚠️ Prejudica diretamente a pesca artesanal e comunidades tradicionais da região
⚠️ É uma obra na contramão do combate à emergência climática, com centenas de embarcações queimando combustível para lazer de uma minoria muita rica
Essa não é uma obra para o povo — a cidade tem outras prioridades!
A nossa luta é pela saúde das baías e em defesa da pesca artesanal!
📅 Manifestação com barcadas no dia 25/10 (sábado).
📍Concentração 9h na ciclovia da beira-mar continental, embaixo da ponte Hercílio Luz, no lado do estreito.
Trajeto: Sairemos em caminhada pela Ponte Hercílio Luz até o trapiche, na Ilha. Enquanto isso, pescadores e pescadoras seguirão em comitiva pela baía, com uma barcada acompanhando a caminhada.
Traga cartazes e participe dessa luta. No coletivo somos mais fortes!
Participam dessa luta:
Associação de Marinheiros e Pescadores Farol de Naufragados
Fórum de Pescadores e Pescadoras Artesanais das Baías Norte e Sul
Nota da pessoa editora: o ato originalmente estava previsto para 18 de outubro, mas foi adiado para o dia 25 devido a previsão de chuva e ventos fortes.
Neste 05 de Outubro, vamos nos encontrar para comemorar os 45 anos de luta pela Ponta do Coral!
É quase meio século de resistência aos monstros de concreto envidraçados que os endinheirados quiseram construir ali. Ainda não temos o tão sonhado Parque Cultural das 3 Pontas, mas a Ponta do Coral continua linda e servindo como espaço de lazer para o povo, em toda sua diversidade.
Vamos celebrar este momento, juntando pessoas queridas, cultura, arte, política, música e um piquenique. Ingredientes tradicionais dos muitos encontros que já aconteceram na Ponta.
Temos as seguintes atividades definidas para o evento:
A luta vale a pena! Memórias de conquistas e resistências populares(15h): Uma roda de conversa sobre as vitórias dos movimentos populares de Florianópolis e região.
Como articular as lutas socioambientais locais?
(16h): Temos várias lutas acontecendo, fragmentadas em diferentes regiões. Convidamos coletivos e movimentos sociais para respondermos coletivamente a esta pergunta.
Preparação para o ato contra aMarina na beira-mar norte: Preparação coletiva de materiais para o ato pela saúde das baías e em defesa da pesca artesanal. Traga cartolina, canetões e/ou tinta.
Visita Guiada: Circuíto Político Sensorial pela Ponta do Coral com integrantes do Movimento Ponta do Coral 100% Pública.
Traga sua caneca, canga e petiscos para compartilhar.
Quando? 05 de outubro
Onde? Na Ponta do Coral (Beira-Mar norte, próximo ao bar Koxixos).
Que horas? A partir das 14h.
Organização: Movimento Ponta do Coral 100% Pública e Tecendo Redes.
Se você ou o seu grupo quiser propor alguma atividade, ou se incluir nas existentes, escreva para: @tecendoredesc (instagram) ou tecendoredes@riseup.net (email).
Devido à chuva o nosso encontro foi adiado novamente.
📅 Nova data: domingo, 05/10 ⏰ Horário: a partir das 14h 📍 Local: Ponta do Coral
Contamos com a presença de cada um e cada uma para celebrarmos essa história de resistência!
Devido à previsão de chuvas intensas para a tarde deste domingo (21/09), com alertas emitidos pelo Inmet e pela Defesa Civil de Santa Catarina, decidimos adiar o evento por segurança e conforto de todas as pessoas.
📅 Nova data: domingo, 28/09 ⏰ Horário: a partir das 14h (mesmo horário)junt@s 📍 Local: Ponta do Coral
Neste 05 de Outubro, vamos nos encontrar para comemorar os 45 anos de luta pela Ponta do Coral!
É quase meio século de resistência aos monstros de concreto envidraçados que os endinheirados quiseram construir ali. Ainda não temos o tão sonhado Parque Cultural das 3 Pontas, mas a Ponta do Coral continua linda e servindo como espaço de lazer para o povo, em toda sua diversidade.
Vamos celebrar este momento, juntando pessoas queridas, cultura, arte, política, música e um piquenique. Ingredientes tradicionais dos muitos encontros que já aconteceram na Ponta.
Temos as seguintes atividades definidas para o evento:
A luta vale a pena! Memórias de conquistas e resistências populares(15h): Uma roda de conversa sobre as vitórias dos movimentos populares de Florianópolis e região.
Como articular as lutas socioambientais locais?
(16h): Temos várias lutas acontecendo, fragmentadas em diferentes regiões. Convidamos coletivos e movimentos sociais para respondermos coletivamente a esta pergunta.
Preparação para o ato contra aMarina na beira-mar norte: Preparação coletiva de materiais para o ato pela saúde das baías e em defesa da pesca artesanal. Traga cartolina, canetões e/ou tinta.
Visita Guiada: Circuíto Político Sensorial pela Ponta do Coral com integrantes do Movimento Ponta do Coral 100% Pública.
Traga sua caneca, canga e petiscos para compartilhar.
Quando? 05 de outubro
Onde? Na Ponta do Coral (Beira-Mar norte, próximo ao bar Koxixos).
Que horas? A partir das 14h.
Organização: Movimento Ponta do Coral 100% Pública e Tecendo Redes.
Se você ou o seu grupo quiser propor alguma atividade, ou se incluir nas existentes, escreva para: @tecendoredesc (instagram) ou tecendoredes@riseup.net (email).
Por isso, é urgente que essa luta se amplie. Este é um chamado do Fórum da Cidade e da Tecendo Redes para que movimentos sociais, comunidades pesqueiras, coletivos socioambientais e todas as pessoas e grupos que acreditam em outro modelo de cidade e de vida se unam nesta luta.